Oi, eu sou Anik.

E, pela minha experiência, tanto de vida quanto na clínica, percebo que o autoconhecimento faz muito isso com a gente. Quanto mais a gente se conhece, mais começa a questionar o que realmente faz sentido e o que foi aprendendo que deveria fazer, querer ou ser.

E, nesse processo de autoconhecimento, inevitavelmente começamos a olhar de novo também para as nossas próprias escolhas. Uma das maiores liberdades que o autoconhecimento nos proporciona é justamente a de não precisar continuar vivendo no automático só porque aquele parecia ser o caminho natural ou o caminho que traçaram para nós.

E não precisar continuar sustentando uma versão sua só porque um dia ela fez sentido é justamente o que mais me encanta na autenticidade.

Eu gosto de gente. Gosto de histórias, de conversas que saem do óbvio, de entender por que a gente faz o que faz e, principalmente, de perceber quantas possibilidades aparecem quando começamos a nos conhecer melhor. E isso também diz muito sobre a psicóloga que eu sou. Ou seja, não espere de mim uma pessoa distante, falando difícil ou usando palavras difíceis :)

Eu acredito em uma Psicologia que se aprofunda no vínculo terapêutico, mas que nunca se distancia da vida real. Foi daí, inclusive, que nasceu o Eu Escolho Ser.

Se conhecer não é descobrir uma versão definitiva de quem você é, é conseguir se reconhecer na própria vida e ter liberdade para mudar quando já esta já não fizer mais parte de quem você é. 

Anik Albernaz em seu espaço de atendimento
Anik Albernaz em seu espaço de atendimento

Não comecei minha trajetória profissional sendo psicóloga, apesar de a Psicologia já ter me “escolhido” desde pequena. Antes de escolher ser psicóloga, fui jornalista, empreendi, mudei de caminho, comecei coisas, terminei outras. Fiz escolhas que fizeram muito sentido para determinadas versões minhas e, quando percebi que já não faziam mais, mudei a direção.

Me reinventei algumas vezes. Até porque as escolhas que fazemos não são obrigadas a durar para sempre.

Talvez venha daí o meu interesse por autoconhecimento e autenticidade. Eu sempre fui de me questionar e de questionar também o famigerado “senso comum”.

Quem sou eu?

Anik em atendimento online
Anik em atendimento online

Aonde a psicologia entra nessa história?

Como trabalho?

Ilustração atendimento psicológico online
Ilustração atendimento psicológico online

Eu gosto de olhar para o ser humano por mais de uma janela. De um lado, me interessam a existência, as escolhas, as relações, as responsabilidades e a forma como vamos construindo a própria vida.

Do outro, está a  ciência, que nos ajuda a compreender como funcionamos, como nossas experiências deixam marcas, como aprendemos determinados padrões e por que algumas respostas parecem acontecer quase no automático. Uma coisa não anula a outra.

Saber de onde vem um padrão não significa precisar continuar repetindo esse padrão.

E talvez por isso eu também tenha cuidado com os rótulos. Dar nome ao que acontece com a gente pode ser importante. Organiza, explica e até traz alívio. O problema é quando aquilo que deveria ampliar o autoconhecimento começa a ser usado para definir quem você é ou justificar tudo o que você faz.

Existe uma diferença importante entre “agora eu sei por que funciono assim” e “eu sou assim, então não tem o que fazer”.

Para mim, autoconhecimento não deveria nos colocar em novas caixas. Pelo contrário, deveria ampliar nossa possibilidade de sair delas.

Conhecer sua história, seus padrões e a maneira como você funciona nos dá mais condições de perceber o que existe por trás das nossas escolhas e, principalmente, de escolher o que fazer a partir daí.

Saber por que você funciona assim pode tirar a culpa, mas não tira a responsabilidade sobre o que você faz com isso.

A ciência pode ajudar a explicar como chegamos até aqui. Mas nenhuma explicação decide por nós o que vem depois.

E é justamente aí que entram nossas escolhas.

A terapia não escolhe por você. Ela amplia o que você consegue enxergar para que suas escolhas sejam, cada vez mais, suas!

Vamos começar?

Na primeira sessão, quero conhecer te conhecer, entender o que está vivendo e o que fez você buscar a terapia. A partir daí, começamos a construir esse processo juntos.

Atendimento presencial (Barra da Tijuca e Recreio dos Bandeirantes) e on-line .